perdoe os meu olhos verdes (à la Shakespeare), o fenótipo é tão refém do sentimento como a corda que sufoca a garganta. estou imobilizada nessa luta, não por querer, mas por assim me ser dada a condição. não posso sair na rua, gritar a verdade, nesse vermelho que queima. eu pouco sei, mas quem sabe o suficiente? é insensato quando vindo de mim?
Nunca é o certo Eu nunca acerto Se é o momento? Talvez Mas nada tira a insensatez De estar com frio De ser copo vazio De ser um solitário alguém Que no fundo não é ninguém
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