eu tô num momento de experiências revolucionárias, de provar o comprovado, conhecer o conhecido e continuar o continuado. experiências desconhecidas. eu tô gritando gritos, arriscando o risco e envelhecendo o velho. experiências novas. tô circulando os círculos, rindo risos e mudando o mudado. experiências imutáveis. tô calando o silêncio, sobrando as sobras e ventando os ventos.
Nunca é o certo Eu nunca acerto Se é o momento? Talvez Mas nada tira a insensatez De estar com frio De ser copo vazio De ser um solitário alguém Que no fundo não é ninguém
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