perdoe os meu olhos verdes (à la Shakespeare), o fenótipo é tão refém do sentimento como a corda que sufoca a garganta. estou imobilizada nessa luta, não por querer, mas por assim me ser dada a condição. não posso sair na rua, gritar a verdade, nesse vermelho que queima. eu pouco sei, mas quem sabe o suficiente? é insensato quando vindo de mim?
cara séria
Ver tua cara séria, Sob outros olhos, Me lembrou o quanto Seu sorriso faz falta. Por isso eu explico as piadas, As histórias e cantadas Que não eram para te pertencer. E nesse exato instante, De lágrimas mais secas, Volto a escrever O que sinto (sentia???) por você. O amargo desse vinho Só acompanha minha loucura Pois se a alma era pura Tu fostes lá e tingira De vermelho sangue, Pulsando na agonia.
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